Neil Hannon dos Divine Comedy é um génio do século XVIII que nasceu depois do tempo.
Um compositor, maestro e trovador que escreve histórias, com música por dentro.
A primeira vez que ouvi estas músicas orquestrais que enchem uma vida, fiquei apaixonado e obcecado pela sua música. Mas quando tive a oportunidade de o ver ao vivo, fiquei triste, muito triste.
Nenhuma orquestra deve deixar um homem tão frágil sozinho num palco.
Muito interessante perspectiva, partilho contigo a paixão pelas suas obras primas e levo na alma a amargura de nunca o ter visto, mesmo que órfão de orquestra, em palco.
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